
O PPS está junto com o DEM, o PMDB, o PSDB e o PMN no projeto de reeditar a antiga aliança União por Pernambuco na disputa majoritária. Questionado se a oposição está esperando de braços cruzados por uma resposta do ex-governador, volta a recorrer a analogias. “Isso é feito uma loja de porcelana, tudo delicado, já trincado. Você vai dançar axé dentro?”, dispara, com bom humor. Não é de hoje que o nome dele vem à roda quando se cogita uma negativa de Jarbas.
Nos bastidores, há rumores de que o pós-comunista teria disponibilidade de ir para o “sacrifício”. Ele nega e rejeita essa hipótese. Nos bastidores da oposição, fala-se que encabeçando o palanque pernambucano, embora em desvantagem eleitoral, Jungmann se cacifaria com o presidenciável José Serra (PSDB). Por tabela, numa vitória tucana, ele conquistaria espaço na administração presidencial.
Na eleição de 2006, Jungmann obteve quase 90 mil votos e precisaria repetir a dose para ter chances de ser reconduzido à Câmara Federal. Nos bastidores, corre a versão de que o chapão oposicionista, este ano, não facilitaria sua vida. Há, inclusive, pretensão do PPS de se unir, na disputa proporcional, com partidos pequenos como PV, PRTB, PRP, PRB, PSL, entre outros, numa coligação formada por 11 legendas. Pelos cálculos do grupo, eles elegeriam três nomes. E Jungmann seria um deles. O deputado não é o único cotado para a empreitada majoritária. Os deputados federais Bruno Araújo (PSDB) e Raul Henry (PMDB) já figuraram na lista.
A decisão da oposição para se candidatar a vaga de governador tem que ser feita logo para que seus nomes apareçam nas pesquisas, na boca do povo para conseguir tirar votos de Eduardo Campos.
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