Sem apoio político, governador interino resolveu deixar o cargo.
Mais cedo, ele já havia pedido desfiliação do DEM
Rafael Targino
Do G1, em Brasília 
Mais cedo, Paulo Octávio encaminhou ao DEM sua desfiliação do partido –o que o deixa sem partido para concorrer nas próximas eleições.
"Diante dos desdobramentos recentes do processo político local, cheguei a uma conclusão definitiva. Assim, por intermédio deste documento, comunico ao Presidente da Câmara Legislativa minha renúncia ao cargo de Vice-Governador do Distrito Federal", disse Paulo Octávio em sua carta de renúncia.
Paulo Octávio lembra na carta a situação do governador afastado, José Roberto Arruda. “Assumi o governo do Distrito Federal, de maneira interina, em condições excepcionalmente difíceis. O titular está privado de sua liberdade, por decisão judicial. No entanto, continua a ser o governador da cidade. Pode, portanto, em tese, retornar às suas funções a qualquer momento. Não há sentido em aprofundar uma gestão nessas circunstâncias”, diz na carta, para justificar sua saída do cargo.

Aliado de primeira hora de Arruda, Wilson Lima (foto) já foi vendedor de picolés, frentista, mecânico, lanterneiro, pintor, balconista e cobrador de ônibus. Também foi sócio de uma rede de supermercados. Está no terceiro mandato.
Na semana passada, Paulo Octávio já tinha "ensaiado" um pedido de renúncia. Ele chegou a convocar a imprensa para anunciar sua decisão, mas voltou atrás, apesar de dizer que já tinha sua carta de renúncia pronta.
Até quando essa novela continuará? Está na hora de por um fim nisso; nem que seja com uma intervenção federal.
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