
Por um lado, está pressionado pelo PT para oferecer uma vaga no Senado ao ministro da Previdência, José Pimentel. E, por outro, recebe pressão do PMDB para dar a outra vaga ao deputado federal Eunício Oliveira, genro do mandachuva do partido no Estado, o ex-deputado Paes de Andrade, contemporâneo de Câmara de dois pernambucanos que deixaram a política: Fernando Lyra e Marcos Freire.
O “gancho” que Cid tanto procurava apareceu ontem: a Polícia Federal suspeita que uma empresa de prestação de serviço de propriedade de Eunício teria envolvimento com o esquema de desvio de recursos públicos no governo do Distrito Federal. Eunicio é citado quatro vezes no relatório da PF e as empresas das quais ele é sócio, oito.
Com isso, Cid arranjou um bom discurso para descartar Eunício e se abraçar com Tasso, responsável pela projeção de seu irmão na vida pública e que ele tanto torce para ser reeleito
O jogo da política é esse. Uns querem fazer o melhor e outros os mais comodos ou o mais útil.
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