Ao confirmar, ontem, sua quarta candidatura ao Governo do Estado, numa coletiva com a presença dos principais líderes da oposição, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) se apresentou com um discurso afiado e afinado, sem ranços, sem provocações e, no campo físico, com uma disposição de causar inveja.
Para quem dizia lá atrás – e repetiu ontem na sua fala – que não estava nos seus planos uma nova disputa majoritária – Jarbas revelou, na verdade, tesão de noivo, como se estivesse enfrentando sua primeira peleja rumo ao Palácio das Princesas. “Jamais entraria numa campanha pela metade.
Estou disputando porque acredito que posso e vou contribuir para que Pernambuco não se perca no caminho do desenvolvimento, um caminho que foi aberto e erguido pelo nosso Governo. O atual governo não tem o costume de reconhecer o trabalho alheio, daqueles que vieram antes.
Pernambuco não foi descoberto em 2007”, disse o senador, que encarou, ainda, de forma muito firme todas as provocações, como a de anti-Lula. “Como senador da oposição, não me cabia outro papel, se não o de fiscalizar o governo. Nunca deixei de votar em projetos do Governo Lula por mera picuinha.
Nunca fui adesista, tenho nojo do adesismo”, afirmou. Sobre as provocações de Eduardo, de que fez mais em quatro anos do que ele (Jarbas) em oito, o senador deixou claro que isso será desmistificado ao longo da campanha. “O guia na TV existe para isso”, advertiu.
Jarbas faz um referência a um discursso de Aécio Neves noticiado ness blog onde ele fala que se um ET chegasse hoje ao brasil pensaria que ele foi descoberto em 2003;
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