
Basta
lembrar o líder na Câmara, Fernando Ferro, que renovou seu mandato na
rebarba da super votação de Ana Arraes. Este, na primeira manifestação
pública pós-eleição, ao invés de endossar Fernando Bezerra Coelho,
indicado pelo governador para o Ministério de Dilma, o classificou de
paroquial.
Na
semana passada, o PT aprontou mais uma. No rastro das denúncias na
Fundarpe envolvendo Luciana Azevedo, o presidente do PT, Jorge Perez,
disse que a escolha dela havia sido do governador e que o partido não
podia ser responsabilizado.
Na
mesma linha se pronunciou o prefeito João da Costa. Ora, cadê a
solidariedade do partido com o governador? Na verdade, não existe e
nunca existirá, porque a aliança do PT com o PSB é falsa, passageira e
insustentável. É um castelo de areia, que mais cedo ou mais tarde desabará num sopro.
No
fundo, os principais líderes petistas no Estado morrem de inveja de
Eduardo pela sua trajetória vitoriosa, o que levou o PT,
consequentemente, a uma situação vexatória, de sublegenda do socialismo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário