Eduardo Campos, por sua vez, pediu socorro a Dilma Rousseff, que deverá reunir-se hoje em Aracaju com os governadores nordestinos, e vários ministros, para uma discussão sobre o problema. Um plano de emergência deverá ser anunciado, porém diferente daqueles do passado que consistiam na abertura de “frentes de emergência” para o alistamento de agricultores, que ao final do mês recebiam uma “esmola” do governo e nada de concreto produziam em favor deles mesmos.
Como o próprio nome diz, plano emergencial é socorro provisório que não vai resolver o problema d’água de centenas de povoados, vilas e distritos, nem do perímetro urbano de dezenas de cidades do interior. Solução definitiva só com as duas novas adutoras que estão projetadas, uma para o Agreste e outra para o Sertão, para levar água do rio São Francisco a todo o interior pernambucano. Não custa lembrar que todas as cidades de Sergipe já são abastecidas pelo “velho Chico”.
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