Algo
intrigante também são os relatórios produzidos pelo Tribunal de Contas
da União, que apontou superfaturamento em 11 dos 15 contratos assinados.
E o Governo do Estado, que faz a obra em parceria com a União, via
Petrobras, se exime de qualquer culpa ou erro.
Pelo
que se sabe, não existe apenas superfaturamento nas obras de
terraplanagem. A farra começou lá atrás, com as negociações do Governo
de Pernambuco para aquisição do terreno, também supervalorizado numa
dimensão incompreensível.
O
que danado aumentou tanto em cinco anos para o projeto passar de R$ 2
bilhões para R$ 24 bilhões? Nem a Petrobras consegue explicar, daí a
provável razão da Venezuela – leia-se ai a desconfiança de Hugo Chávez –
de desistir da parceria.
Quem
sabe, assim, estejamos diante de um grande candidato a disputar logo,
logo, uma vaga no Guines Book, como a obra que mais teve custos elevados
na história do País. Diante de tamanha perplexidade fica ainda a
incerteza de que também não estamos diante de mais um elefante branco no
Nordeste. O tempo dirá!
Nenhum comentário:
Postar um comentário