
Está descartada, segundo ele, qualquer possibilidade de apoio a um candidato “de direita” (referindo-se ao senador Aécio Neves).
Para Lupi, candidatura própria “movimenta muito a militância”. Mas ele não quis adiantar quem seria esse candidato.
O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) topa a parada, porém Lupi não sinalizou até agora com esta candidatura porque o senador é muito independente para o gosto dele.
Lupi vê Eduardo Campos como uma “opção pela esquerda” mas tendo indicado o secretário-geral do partido, Manoel Dias, para o Ministério do Trabalho, tudo indica que o PDT marchará, de novo, com a presidente Dilma Rousseff.
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