
A medida foi possível após o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), entender que o regimento interno do Legislativo permite a votação apenas por uma das Casas. Na Câmara, diferentemente do Senado, havia consenso.
A oposição no Senado argumenta que a Constituição impede o Congresso de votar qualquer matéria enquanto houver vetos pendentes de análise - são mais de três mil vetos presidenciais que ainda não foram votados. O líder do PSDB, senador Aloysio Nunes Ferreira (SP), avisou que recorreria ao Supremo Tribunal Federal se o Orçamento fosse votado antes dos vetos.
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