sábado, 3 de abril de 2010

Aécio diz que Governo Lula não existiria sem FHC e Itamar

Postado por Jamildo Melo

Aécio Neves identificou numa declaração de Dilma Rousseff traços do “messianismo” que enxerga na era Lula.

Dilma dissera que Lula, mentor de sua candidatura e seu maior cabo-eleitoral, “reinventou o país”.

E Aécio: “Se um extraterrestre pousasse sua nave no Brasil e ficasse por aqui durante uma semana sem conversar com ninguém, só vendo televisão...”

“...Ele acharia que o Brasil foi descoberto em 2003 e que tudo o que existe de bom foi feito pelas pessoas que estão no governo atual”.

Para Aécio, que acaba de deixar o governo de Minas para disputar uma cadeira no Senado, “os brasileiros sabem” que o governo serve-se de “um discurso vazio”.

Aécio esgrime uma tese segunda a qual o presente de Lula começou a ser moldado no passado, sob FHC e Itamar Franco:

“Não teria havido o governo do presidente Lula se não tivesse havido, antes, os governos do presidente Fernando Henrique e do presidente Itamar Franco. Sem o alicerce do Plano Real, nada poderia ter sido construído.
 

Chuva elimina Massa e Alonso, e Mark Webber marca a pole do GP da Malásia

Australiano coloca pneus intermediários e supera rivais na parte final do treino. Rubens Barrichello supera Michael Schumacher e larga em sétimo

GLOBOESPORTE.COM
Sepang, Malásia

A chuva que deu emoção à corrida na Austrália voltou a atacar no treino classificatório para o GP da Malásia, neste sábado. O asfalto começou a ficar molhado cinco minutos antes da sessão e provocou um festival de erros de estratégia na McLaren e na Ferrari. Resultado: Fernando Alonso (19º), Lewis Hamilton (20º) e Felipe Massa (21º) foram eliminados na primeira parte. Jenson Button rodou, ficou na caixa de brita após marcar tempo e sai apenas em 17º. A pole ficou com Mark Webber, após uma interrupção de 15 minutos na superpole ocasionada pelas péssimas condições da pista em Sepang.

Com 1m49s327 e pneus intermediários, o australiano superou o tempo de Nico Rosberg, da Mercedes, com os intermediários, por 1s346. O alemão larga em segundo, logo à frente do compatriota Sebastian Vettel, da RBR, o terceiro. A Rede Globo transmite o GP da Malásia neste domingo, a partir das 5h (de Brasília


Confira o grid de largada para o GP da Malásia:



1 Mark Webber AUS RBR-Renault 1m49s327
2 Nico Rosberg ALE Mercedes 1m50s673
3 Sebastian Vettel ALE RBR-Renault 1m50s789
4 Adrian Sutil ALE Force India-Mercedes 1m50s914
5 Nico Hulkenberg ALE Williams-Cosworth 1m51s001
6 Robert Kubica POL Renault 1m51s051
7 Rubens Barrichello BRA Williams-Cosworth 1m51s511
8 Michael Schumacher ALE Mercedes 1m51s717
9 Kamui Kobayashi JAP Sauber-Ferrari 1m51s767
10 Vitantonio Liuzzi ITA Force India-Mercedes 1m52s254


Eliminados na segunda parte do treino classificatório


11 Vitaly Petrov RUS Renault 1m48s760
12 Pedro de la Rosa ESP Sauber-Ferrari 1m48s771
13 Sebastien Buemi SUI STR-Ferrari 1m49s207
14 Jaime Alguersuari ESP STR-Ferrari 1m49s464
15 Heikki Kovalainen FIN Lotus-Cosworth 1m52s270
16 Timo Glock ALE VRT-Cosworth 1m52s520
17 Jenson Button ING McLaren-Mercedes sem tempo


Eliminados na primeira parte do treino classificatório

18 Jarno Trulli ITA Lotus-Cosworth 1m52s884
19 Fernando Alonso ESP Ferrari 1m53s044
20 Lewis Hamilton ING McLaren-Mercedes 1m53s050
21 Felipe Massa BRA Ferrari 1m53s283
22 Karun Chandhok IND Hispania-Cosworth 1m56s299
23 Bruno Senna BRA Hispania-Cosworth 1m57s269
24 Lucas di Grassi BRA VRT-Cosworth 1m59s977

FBC cria um 'fato novo' na sucessão estadual

Coluna da Folha de Pernambuco
Escrito por Inaldo Sampaio


O secretário Fernando Bezerra Coelho fez questão de que Pernambuco tomasse conhecimento, ontem, de que ele ficou “triste e frustrado” por não ter-se viabilizado no PSB como candidato a senador e acabou criando um “fato novo” na sucessão estadual. Embora esteja à frente de uma pasta técnica (Desenvolvimento Econômico), aonde vem realizando um notável trabalho, ele é sobretudo um animal político. Mas já anunciou que não quer assumir papel nenhum na reeleição de Eduardo Campos.

O desdobramento disto não está claro, embora seja do conhecimento do governador e do partido que preside que Fernando Bezerra Coelho é um pragmático. Estar de um lado ou do outro, para ele, não faz a menor diferença. Em 1986 ele deixou a chefia da Casa Civil do governo Roberto Magalhães para ser candidato à Câmara Federal na chapa de Miguel Arraes. E após ter sido candidato a vice ao lado deste em 1998 aderiu de mala e cuia à campanha de Jarbas Vasconcelos à reeleição em 2002.

Ele voltou ao PSB em 2006 como um dos coordenadores da campanha de Eduardo Campos, mas com o projeto do Senado na cabeça. O governador poderia ter dito a ele lá atrás que adiasse esse projeto para 2014, para não pôr em risco a unidade da Frente Popular. Mas deixou para tirá-lo do páreo em cima da hora, levando-o a passar “recibo” através da imprensa de que não ficou satisfeito com a sua preterição. Isso pode até não dá em nada, mas também pode dar. E o tempo dirá quem tinha razão



Marina cuida sempre de distribuir elogios entre Lula e FHC

Escrito por Magno Martins

Às vésperas de uma eleição com clima de plebiscito, Marina Silva parece ser a única política brasileira capaz de apontar virtudes no presidente Luiz Inácio Lula da Silva e em seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Em palestras e entrevistas, a pré-candidata do PV ao Palácio do Planalto tem se equilibrado nos elogios aos governos de PT e PSDB.

"Precisamos ter a humildade de reconhecer as conquistas dos últimos 16 anos", repete a senadora, num discurso-exaltação que mistura a estabilização econômica dos tucanos e o avanço social dos petistas. "Não tenho preconceito em recolher as coisas boas das pessoas", justifica. Por onde passa, a senadora tem festejado o equilíbrio monetário e fiscal conquistado na gestão de FHC -período em que os petistas acusavam o governo de arrochar salários e se curvar aos ditames do Fundo Monetário Internacional.

Ao comentar o governo Lula, ela cita de cabeça os números que mostram aceleração no crescimento e na distribuição de renda. E se desmancha em elogios ao Bolsa Família, tachado de eleitoreiro pela intelectualidade tucana.(Folha de S.Paulo)


sexta-feira, 2 de abril de 2010

Festa Paschalia


A Semana Santa de Garanhuns terá Música Clássica e Arte Sacra. É a Festa Paschalia que começou ontem  com apresentação do Grupo Sagrama no Centro Cultutal. A partir das 16 horas o público estará convidado para visitar nossas galerias "Mãos da Terra" de Ielma Lucena. Galeria Kadichari de Socorrinho Gueiros e a Casa do Artesão, onde funcionava o Forum na Av. Dantas Barreto. Também vale a visita à Spaço Arts, que tem muitas peças do nosso artesanato. Vale salientar que estamos com dois stands para nossos artesãos em Fazenda Nova, na Paixão de Cristo, numa parceria com o Sebrae.

Na parte musical, hoje no Centro Cultural teremos:

17 hs - Quarteto Encore

21 hs - Duo Casado (foto acima)

Esperamos receba um bom público para prestigiar essa iniciativa que une turismo e cultura.


A versão da Eletrobrás

Escrito por Magno Martins

A propósito de comentário que fiz nesta coluna, apontando o presidente Lula como o coveiro da Chesf, caso seja concretizado o projeto de esvaziamento da instituição, o presidente da Eletrobrás, José Antônio Muniz, enviou o seguinte e-mail: “Caro Magno, li atentamente as suas colocações sobre a nova proposta para a Chesf, mas as informações que se propalam dando conta de que a instituição sairá prejudicada são falsas.

São falsas e estão sendo sistematicamente divulgadas na imprensa do Nordeste, interferindo no debate real do processo de fortalecimento da holding e suas subsidiárias. Não há base real na informação de que a Chesf vai se tornar escritório da Eletrobrás, muito menos que terá sua sede transferida.

Nunca houve essa possibilidade e não se discute enfraquecer uma empresa que está entre as maiores geradoras e transmissoras de energia elétrica do país. O processo de transformação do Sistema Eletrobrás envolve 16 empresas em todo o país.

E todas elas são muito fortes, sob o comando da holding. São as maiores empresas do setor elétrico brasileiro que estão se unindo para se tornar ainda mais fortes, sob a bandeira da holding, a Eletrobrás.

Entre as empresas que tiveram alteração na sua marca estão, além da Chesf, Furnas, Eletronorte, Eletrosul e a Eletronuclear. Esse processo de transformação foi um caminho natural da Eletrobrás, que é a controladora dessas empresas”.


Serra aguarda Jarbas se lançar candidato

Escrito por Magno Martins

O PSDB nacional acertou que uma das primeiras viagens de Serra será a Pernambuco. Tucanos aguardam o retorno do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) do exterior para que ele anuncie a candidatura ao governo.(Painel - Folha de S.Paulo - Renata Lo Prete)

 

Marina diz que governo Lula virou refém do PMDB

Informações da Folha de S.Paulo 
por  Bernardo Mello Franco

A pré-candidata do PV à Presidência, Marina Silva (PV), acusou ontem o governo de ter virado refém do PMDB por se recusar a negociar com os adversários tucanos. A senadora defendeu um "realinhamento histórico" entre PT e PSDB, que polarizam a disputa pelo Planalto desde 1994. Para ela, a falta de diálogo entre eles leva o governo a depender de uma base parlamentar baseada no fisiologismo -a política da troca de favores. Marina comparou a aliança PT-PMDB, que também apoia a candidatura presidencial da ministra Dilma Rousseff, à relação do governo Fernando Henrique Cardoso com o DEM.

"O PSDB quis governar sozinho e ficou refém do DEM. E o PT quis governar sozinho e virou refém do PMDB", disse em palestra a estudantes: "É preciso que PT e PSDB tenham a maturidade de estabelecer um diálogo. Há questões que são estratégicas para o Brasil e não podem ser negligenciadas".

Marina defendeu um pacto de "governabilidade mínima" para que o vencedor das eleições monte uma base "mais qualificada, sem viés fisiológico". E classificou de ultrapassado o conceito de hegemonia do marxista Antonio Gramsci (1891-1937), referência teórica do PT: "Aquela visão não se coloca mais na realidade

Lula, mesmo a milhares de quilômetros de São Paulo, trocou farpas com Serra

Escrito por Inaldo Sampaio

Quem prestou atenção aos discursos de Lula e Serra quando da despedida de seus auxiliares para disputar mandato eletivo deve ter-se surpreendido com esta afirmação do presidente da República:

- Quem quiser me derrotar vai ter que trabalhar mais do que eu. Quem quiser dormir até às 10h, quem quiser achar que tem que fazer relação com formadores de opinião pública para me derrotar, vai ter que colocar o pé no barro.

Era uma alusão a José Serra, que tem fama de dorminhoco porque também só vai para a cama após as 3 horas da manhã.

Serra, em SP, sem saber que Lula tinha lhe feito essa crítica indireta, partiu como os dois pés pra cima do presidente da República, dizendo:

- Aqui (no governo de SP) não se cultivam escândalos, mal feitos, roubalheira, porque nunca incentivamos o silêncio da cumplicidade. A gente serve ao interesse público, não às máquinas partidárias.

É isso aí.

Lula diz que no caso do mensalão soube quem eram os amigos

Escrito por Magno Martins

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que, durante a "fatídica" crise do mensalão, muitas pessoas quase perderam a "esperança". Foi nessa época que ele descobriu quem eram seus verdadeiros amigos e os "amigos do poder". Segundo a Folha de S.Paulo desta sexta-feira, ao discursar no encerramento da Conferência Nacional de Educação, Lula agradeceu aos professores pelas críticas recebidas "naquela fatídica crise de 2005".

"Eu sei que, muitas vezes, muitos de vocês quase perderam a esperança. Mas eu tinha clareza, primeiro, de onde eu vim. Eu tinha e tenho muito mais clareza para onde eu vou. Eu tenho clareza de qual é o meu mundo. Eu tenho clareza de quem são os meus amigos e de quem são os amigos eventuais, ou quem são os amigos do poder", disse.

O presidente afirmou esperar que, quando deixar o governo, possa continuar chamando os professores de "companheiros" e que gostaria de ser tratado dessa mesma forma por eles. Em novembro de 2009, Lula disse, em entrevista ao programa "É Notícia", da RedeTV!, que o esquema do mensalão foi uma tentativa de "golpe no governo".

"Foi a maior armação já feita contra o governo (...) Depois que eu deixar a Presidência vou querer me inteirar um pouco mais disso, mas, como presidente, não posso ficar futucando", afirmou, na ocasião.

Esvaziou-se por ele mesmo o 'motim' da Polícia Militar

Escrito por Inaldo Sampaio

Amanheceu hoje totalmente esvaziada a tentativa de militares de deflagrarem um novo motim na PM a exemplo do que ocorreu em 1997 e em 2000.

Primeiro, porque não teve aderência dos oficiais superiores (tal como nos dois motins anteriores) nem da sociedade.

Em segundo lugar, porque cabos e soldados (que são a maioria) acabaram descobrindo que estavam servindo de massa de manobra para carreiristas e oportunistas da própria PM que têm objetivos eleitorais.

Resultado: em assembleia realizada ontem à noite que contou com pouco mais de 50 pessoas os “líderes” do “motim” resolveram aceitar a proposta de reajuste salarial oferecida pelo Governo do Estado.

Ponto para o comandante José Lopes de Souza, que conseguiu se livrar dessa primeira dificuldade.


Ciro ameaça aderir a Serra, insatisfeito com Eduardo e Dirceu

Escrito por Magno Martins

O deputado Ciro Gomes (PSB-SP), quem diria, pode se aliar ao presidenciável que mais detesta, José Serra, sendo plenamente correspondido. Quem vai tentar essa inesperada aliança será o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaf (PSB-SP), em reunião semana que vem com o presidenciável José Serra, caciques tucanos, e com seu irmão Cid Gomes, governador do Ceará.


Eduardo e Dirceu

Ciro culpa o ex-ministro Zé Dirceu pelo “desmonte” e queixa-se do pouco empenho do governador Eduardo Campos (PSB-PE) por sua candidatura.


(COLUNA DE CLÁUDIO HUMBERTO)