Após denúncias de superfaturamento de shows e eventos não realizados pela Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), que resultou na exoneração do ex-secretário de Turismo Sílvio Costa Filho (PTB), a bancada de oposição da Assembleia Legislativa mirou sua artilharia para outro órgão do governo Eduardo Campos. O alvo agora é a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A oposição questiona o repasse de verba para o carnaval deste ano e já encaminhou pedido de informação à instituição.
Hoje, eles ingressarão com a denúncia no Ministério Público estadual e outra no Tribunal de Contas do Estado (TCE). Segundo os parlamentares, a Fundarpe teria fracionado os empenhos das despesas referentes a pagamento de empresas e pessoas físicas para burlar a Lei de Licitações. No levantamento apresentado pela oposição, entre os dias 4 e 12 de fevereiro, durante os festejos de Momo, foram liberados mais de R$ 21 milhões em 1.860 empenhos. O grupo revelou, ainda, que somente no dia 10 de fevereiro saíram do cofre estadual R$ 13 milhões por meio de 1.210 empenhos. (Do Diario de Pernambuco - Cláudia Elói)
Mais polêmica espero que o conteúdo não seja somente eleitoral.
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