O projeto Ficha Limpa foi encontrar resistência maior justamente na Casa onde os nobres desfilam como reis. E não são poucos os que podem perder seu trono se a proposta for aprovada. O movimento contrário começou com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado. Envolto em denúncias regionais sobre um processo já arquivado pelo STF, a suspeita de empréstimo ilegal no Banco da Amazônia anos atrás, Jucá foi a José Sarney e implorou que a proposta não entre em pauta.
Alvo do que considera perseguição política em seu estado, Jucá teme que seja pego pelo TJ durante eventual ausência de mandato e fique inelegível se condenado. Sarney e Renan Calheiros – que ainda manda no Senado – começaram ontem à noite um levantamento para contar o tamanho do estrago: quantos no Senado estão enrolados. Mas a pressão popular venceu. Jucá foi rifado à tarde pela própria patota. De qualquer forma, o projeto vai a votação. Resta a dúvida: passará? (Informe JB - Leandro Mazzini)
É preciso se moralizar a política neste País. O medo é que "os tubarões do poder" recue e empurrem com a barriga está moralização, em parte, que é o projeto ficha limpa. Mas eu acredito que este projeto seja aprovado pois ainda resta homens integros, são poucos não sei vai dar corum para uma votação, na política deste País. O BRasil nos ultimos tempos vem mudadndo, a passos de tartaruga é verdade, mas antes tarde do que nunca.
ResponderExcluirEsperamos que sim, pois antes de tudo os parlamentares tem obrigação com o povo.
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