No giro que o governador Eduardo Campos fará, hoje, ao Interior, uma semana após Jarbas anunciar sua candidatura, será possível medir o tamanho da base que construiu para alicerçar o caminho da sua reeleição. É o caso, por exemplo, de Arcoverde. Lá, as três principais lideranças, que até hoje não se bicam, estarão no palanque do socialista.
O prefeito Zeca Cavalcanti (PTB), que no passado foi jarbista, virou a casaca, enquanto as duas outras lideranças – Rosa Barros (PR) e Julião Julu (PSB) – que também divergem politicamente, armarão palanques paralelos para o governador. Em Pesqueira, a prefeita Cleide Oliveira, que foi cassada e se mantém no cargo por força de uma liminar, também já acenou para apoiar o governador.
Ali, o segundo candidato mais votado, ex-prefeito Evandro Chacon (PSB), que aguarda o pronunciamento da justiça eleitoral, trabalha contra a armação de um palanque único, sob a alegação de que a prefeita é oportunista e não merece, portanto, abrigo no guarda-chuva do governador.
Já em Lajedo, o prefeito João Dourado, presidente da Amupe, é um aliado histórico do governador, enquanto o deputado Adelmo Duarte, principal liderança de oposição a Dourado, tem votado com o Governo na Assembleia, mas não deve apoiar Eduardo para não criar complicações com o DEM a seu projeto de reeleição. Nas maratonas pelo Interior, Eduardo atraiu adversários e fechou a porteira para o rival Jarbas.
Eduardo aqui em tem determinados apoios que era é melhor estar sem. É o caso de de prefeita de Arcoverde;
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